quinta-feira, 9 de julho de 2015
Antes e Depois
Fez um ano ontem... que tomei a minha decisão... de passar a ter tempo para mim.
Um ano... de mudanças, de vivências (o dia a dia é feito de vivências) de coisas boas e de outras menos boas.
Mas os caminhos não são fáceis, são sinuosos e nada se faz sem coragem, sem pequenos sacrifícios...
Nada se consegue sem força de vontade.
A decisão é nossa, de mais ninguém...
Não é "amanhã vou..." é "agora vou..."
Querer é poder, e sabem tão bem as pequenas vitórias e conquistas!
Caminhar foi uma decisão... ter cuidado com a comida foi outra, mas sem stress, sem deixar de apreciar o bom que a vida nos dá!
Comer é um prazer mas também é um prazer olhar no espelho e gostar do que vejo.
Gostar mais de mim faz toda a diferença... e quando estamos bem connosco estamos bem para quem nos rodeia.
Obrigada a quem me inspirou!
Obrigada a quem me incentivou, me acarinhou, me deu força para o fazer!
Obrigada pelas palavras amigas, obrigada pelos piropos ;) (quem não gosta?... faz bem ao ego, lava-nos a alma)...
Um ano, menos 20kg... a diferença está aqui...
Love Me
AnaT. 6Julho2015
Sentidos
Ver ou fechar os olhos
Fazer de conta que não vejo
Falar ou calar
Deixar as palavras por dizer
Tocar ou afastar
Deixar de sentir
Ouvir a voz da razão
Ou tapar os ouvidos para não saber
Provar para saborear
Ou negar o saber se gostarei
Sentir o bater acelerado
De um sorriso sentido
Numa troca de olhares
Ou o murro no estomâgo
Da tristeza que invade
Da frieza
Da indiferença
Se quero saber, não sei
Não sou faz de conta
Tenho o coração na boca
Não sou capaz de calar
Perco-me nos sentidos
Envolvo-me de sentimentos
Se gosto é porque gosto
Se amo é porque amo
Não peço mais do que dou
Mas dou mais que recebo.
AnaT. 15Jun2015
Fazer de conta que não vejo
Falar ou calar
Deixar as palavras por dizer
Tocar ou afastar
Deixar de sentir
Ouvir a voz da razão
Ou tapar os ouvidos para não saber
Provar para saborear
Ou negar o saber se gostarei
Sentir o bater acelerado
De um sorriso sentido
Numa troca de olhares
Ou o murro no estomâgo
Da tristeza que invade
Da frieza
Da indiferença
Se quero saber, não sei
Não sou faz de conta
Tenho o coração na boca
Não sou capaz de calar
Perco-me nos sentidos
Envolvo-me de sentimentos
Se gosto é porque gosto
Se amo é porque amo
Não peço mais do que dou
Mas dou mais que recebo.
AnaT. 15Jun2015
Há dias assim...
Ser feliz ou fazer feliz... escolhas de vida... mas poderemos nós ser fazer feliz se não o somos?
A vida é feita de escolhas... e só pode fazer feliz quem também o quer ser!...
Por vezes custa dar o passo... e mesmo sabendo que tudo pode cair talvez seja a opção... se é a certa? Não sabemos... tudo é incerto na vida...
Somos vistos como os fortes, os que tudo seguramos e agarramos, mas esquecemo-nos que também nós precisamos que nos segurem, nos agarrem, nos deêm a mão... precisamos de colo, de um abraço apertado. Esquecemo-nos de nós e esquecem-se as pessoas que nos rodeiam...
Há dias em que temos que virar a mesa, cerrar a cortina... a vida tem que continuar... custe o que custar... e fica apenas quem realmente quer ficar!
Há dias assim... em que as palavras ficam a meio da garganta, os olhos toldam-se, as lágrimas teimam em querer cair!...
Há dias assim... em que não somos para nós e muito menos para os outros... em que o nosso bem querer é confundido e mal interpretado...
Há dias que percebemos que não perdemos o que não tivemos... que há palavras que têm pouco sentido... que o mundo rejubila quando caimos, mas que poucos, muito poucos estão lá para nos apanhar... ou para nos levantar...
Há dias em que achamos que não somos nada nesta vida e que somos tão insignificantes e que não somos nada para ninguém...
Há dias assim...
AnaT. 10Jun2015
A vida é feita de escolhas... e só pode fazer feliz quem também o quer ser!...
Por vezes custa dar o passo... e mesmo sabendo que tudo pode cair talvez seja a opção... se é a certa? Não sabemos... tudo é incerto na vida...
Somos vistos como os fortes, os que tudo seguramos e agarramos, mas esquecemo-nos que também nós precisamos que nos segurem, nos agarrem, nos deêm a mão... precisamos de colo, de um abraço apertado. Esquecemo-nos de nós e esquecem-se as pessoas que nos rodeiam...
Há dias em que temos que virar a mesa, cerrar a cortina... a vida tem que continuar... custe o que custar... e fica apenas quem realmente quer ficar!
Há dias assim... em que as palavras ficam a meio da garganta, os olhos toldam-se, as lágrimas teimam em querer cair!...
Há dias assim... em que não somos para nós e muito menos para os outros... em que o nosso bem querer é confundido e mal interpretado...
Há dias que percebemos que não perdemos o que não tivemos... que há palavras que têm pouco sentido... que o mundo rejubila quando caimos, mas que poucos, muito poucos estão lá para nos apanhar... ou para nos levantar...
Há dias em que achamos que não somos nada nesta vida e que somos tão insignificantes e que não somos nada para ninguém...
Há dias assim...
AnaT. 10Jun2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)



